A cura da mulher do fluxo de sangue saiu de Jesus, e não da capa tocada

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Diz Lucas 8.46: “E disse Jesus: Alguém me tocou,
porque bem conheci que de mim saiu virtude”.
Uma multidão acompanhava Jesus, para vê-lo de
perto. Uma mulher, enferma há doze anos, decidiu tocar
na capa do Mestre, crendo que Ele podia curá-la -
como, aliás, aconteceu. O episódio teria terminado
neste ponto, se não fora o comentário do Mestre: "Mas
Jesus disse - Alguém me tocou, pois eu senti que de
Mim saiu poder" (Lucas 8.46).
Jesus não perguntou “quem tocou minha capa?” Sua
pergunta deve ter tido o objetivo de mostrar a diferença
essencial entre a pessoa Dele e os objetos relacionados
com Ele. Não fosse o diálogo com o Mestre, havia o
perigo de as pessoas começarem a considerar como
milagrosa a capa de Jesus.
Porque esta é a tendência da superstição humana,
criadora dos objetos sagrados e dos santuários
milagrosos. O poder de Jesus Cristo se manifesta no
mar, no deserto, numa casa, e até, na sinagoga e no
templo. A bênção que Cristo confere não depende do
altar, depende do Cristo.
O poder de Deus se manifesta onde Cristo está e é
obedecido. Quando começamos a supervalorizar
objetos relacionados com Cristo, tendemos a nos
distanciar do Cristo dos objetos.
A última palavra provém de Cristo Jesus: "de Mim saiu
poder". A cristandade contemporânea tem que escolher.
Estamos adorando o Jesus de capa ou a capa de
Jesus?

Fonte: www.kedsonni.blogspot.in

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